Ela saiu de casa com os cabelos enrolados no alto da cabeça e decorados com uma faixa prateada brilhante de uma lata de biscoitos vazia. Assim ela vira uma dama de circo vestida em um dia inesquecível. Ao redor de seu pequeno corpo, envolvia um xale de seda amarela da Sra. Wopps. Seus pés estavam envoltos em um par de meias vermelhas de Ebenezer Wopp, presas por uma fita verde-vivo arrancada de seu chapéu de inverno. De seus cabelos loiros flutuava uma aigret branca feita de penas de galinha amarradas às pressas. Moisés não precisava de aigret, pois uma mecha de cabelo ruivo se erguia ereta no topo de sua cabeça. "Como em nome de Deus aquela galinha entrou aí?" questionou a Sra. Wopp.!
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"Ah, não; não tem nenhum. O Billy diz isso, e ele sabe. Ele sabe também que tem outras pessoas aqui além dos italianos." "Bem, é mesmo? Parece-me uma palavra de Furrin", respondeu a Sra. Wopp, que admirava as declarações polidas da Sra. Mifsud, sem de forma alguma subestimar seus próprios dons retóricos.
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“Ó, Mar, como os rostos dos pagãos também brilham!” exclamou Betty, alegremente, enquanto as moedas deslizavam para dentro de sua caixa com um barulho opulento. Antes de entrarem na Rua Principal, porém, a procissão já estava em bom alinhamento, e a solenidade do momento silenciou toda a conversa. A maior decepção pessoal de Billy foi Bouncer, que, infeliz por não poder saltitar livremente nos calcanhares de Billy, deixou sua linda e espessa cauda, que normalmente ondulava acima de suas costas em uma curva graciosa, pender flácida e empoeirada entre as pernas; enquanto, com a cabeça baixa e os olhos tristes, lançava um olhar de reprovação para Billy cada vez que este passava correndo. “Mas Jean é duas vezes maior que May Nell.”
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